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Visual Merchandising

Vitrine em loja de móveis

O marketing sensorial e visual merchandising são ferramentas que ajudam o lojista a criar vínculos emocionais com o consumidor por meio dos cinco sentidos. Para isso, é fundamental pensar estrategicamente os mobiliários, a iluminação, o atendimento, a exposição dos produtos, entre outros.

Mas como o visual merchandising (VM) pode ser bom para o seu negócio e de que forma fazê-lo? Acompanhe este texto e saiba mais!

Visual merchandising: o que é e para que serve?

Como explicado acima, o VM é uma prática que consiste na ambientação de lojas. Ou seja: com ele, é possível harmonizar os produtos e o design de um estabelecimento de modo a fazer com que a experiência do cliente seja funcional e agradável.

Para isso, o visual merchandising leva em consideração não só o espaço propriamente dito, mas também a iluminação, cor das paredes, tipo de mobiliário, música e até mesmo fragrância da loja — afinal de contas, tudo isso auxilia no aumento das vendas.

Contudo, é importante informar que o projeto de visual merchandising deve ser feito por um profissional especializado no assunto. Saiba mais no tópico seguinte!

Quem é o profissional responsável pelo visual merchandising?

O visual merchandiser pode ser um designer de interiores, arquiteto ou até alguém cuja área inicial se relaciona com a moda, embora todos os tipos de comércio possam ser repaginados a partir de um projeto de VM.

Para dar início a um projeto, esse profissional, busca, primeiramente, por informações e elementos dentro da temática e contexto da marca. Desse modo, será capaz de criar uma mensagem clara e objetiva que transmita personalidade e identidade aos seus consumidores.

Assim, o visual merchandiser não atua apenas na decoração e aspectos físicos da loja. Ele pode decidir, por exemplo, qual será a disposição das peças expostas e suas combinações. Além disso, o profissional assume um papel essencial no treinamento dos colaboradores, garantindo que eles também transmitam o tom e a essência da marca. Afinal de contas, o pós-venda é tão importante quanto a atração do cliente!

Como aplicar o visual merchandising em minha loja?

Deve-se seguir uma lógica de fácil entendimento na exposição interna dos itens à venda: eles devem ser expostos de maneira que o consumidor tenha acesso fácil ao manuseio. Balcões separando os clientes dos produtos, por exemplo, formam verdadeiras barreiras para a conclusão da compra. A quantidade de produtos expostos não é sinal de boa venda, já que na maioria das vezes é melhor expor menos produtos de forma clara e com acessibilidade do que grande quantidade sem qualidade de exposição.

Além disso, há outros pontos que o visual merchandiser leva em consideração em seu projeto. Que tal saber um pouco mais sobre eles?

  • Design: trata-se do conceito da loja, responsável pela identificação da marca com o público;
  • Layout: aqui, trata-se sobre a distribuição do espaço, que também deve ser feita de acordo com o público-alvo;
  • Instalações: como escolher o mobiliário e os suportes de uma loja? Como fazer com que eles não sobressaiam ao produto? Essas são questões que o visual merchandiser levanta na hora de escolher como serão as instalações;
  • Comunicação visual: trata-se da sinalização do ambiente, que deve ser feita de modo que o consumidor consiga encontrar o que procura facilmente;
  • Fachada: É o que desperta a atenção do público, fazendo com que ele se sinta curioso para conhecer o local.
  • Iluminação: deve estar alinhada com os demais fatores. Afinal de contas, uma iluminação forte demais pode incomodar o cliente, enquanto uma colorida possa alterar o aspecto de uma mercadoria, por exemplo;
  • Vitrine: o cartão de visitas de uma loja. Deve transmitir, de forma sintetizada, todos os conceitos acima, convidando o consumidor a conhecer o restante do ponto de venda.

 

E então, gostou de saber mais sobre o visual merchandising? Que tal criar um projeto para sua loja? Entre em contato conosco — podemos ajudá-lo a encantar ainda mais o seu público!