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COMO CONSTRUIR BONS RELACIONAMENTOS

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COMO CONSTRUIR BONS RELACIONAMENTOS

 

É uma arte cada vez mais valorizada pelo mercado, lidar com pessoas. Não por acaso. Pense, não é nada fácil motivar uma equipe após crises, assim como também é muito complicado gerir pessoas com distintas características. Para manter um bom relacionamento é preciso estar atento aos pequenos detalhes. Tudo conta, desde o seu tom de voz até a seleção de palavras. Para não errar essa receita, o coach Jacques Grinberg Costa selecionou algumas dicas que devem ser praticadas no dia a dia coorporativo.

 

Ø SEJA HONESTO: seja sempre honesto independentemente da situação. Se for para elogiar, elogie em público. Se for criticar, critique em particular e sempre de forma construtiva. Tanto na vida pessoal quanto na profissional, a honestidade é bem avaliada. Não existe ser honesto com a família e ser desonesto na empresa, mesmo nas pequenas ações como, por exemplo, um atestado médico falso ou uma pequena mentira justificando o atraso.

 

Ø SORRIA E CONTAGIE: As pessoas gostam de pessoas alegres. Sorria sempre, contagie as pessoas com o seu sorriso. Receba as pessoas em casa ou no trabalho, com um sorriso sincero. Você irá se surpreender com o resultado.

 

Ø ESTUDE: estude e leia de tudo, independentemente da sua profissão. Busque ser melhor do que foi ontem. Estudar é a dica para evoluir sempre, pode ser cansativo para alguns, mas é como fazer uma academia no início é difícil, no entanto, com a rotina, vira uma satisfação.

Comece estudando assuntos do seu i interesse e livros fáceis, seja persistente e comprometido, estudar é o seu melhor investimento.

Ø TENHA MENTE ABERTA:

Manter a mente aberta para aceitar mudanças e novidades é importante para quem deseja ser feliz. Muitos sofrem de ansiedade ou medo de algo que ainda não aconteceu, geralmente são pessoas que não aceitam mudanças. Quando surge uma mudança, primeiro pensam nas desvantagens, já as pessoas com mente aberta pensam nas vantagem importante. Ouça e aprenda com as críticas.

 

Ø APRENDA COM AS CRÍTICAS:

Ouvir críticas é muito difícil, mas importante para evoluirmos. Ao ouvir uma crítica, escute, guarde as informações e só depois avalie o que pode ajudá-lo na sua evolução pessoal e profissional.

A maior dificuldade em ouvir uma crítica é ouvir algo negativo sobre nós- ninguém gosta!

Mas, entender como as pessoas acham que somos é muito importante. Ouça e aprenda com as críticas.

 

 

INOVAR PARA SAIR DA CRISE

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Inovar para sair da crise

Em tempos de crise econômica mundial, o tema a ser tratado neste texto está cada vez mais recorrente nas conversas, na lista de angústias e na vida dos brasileiros. Mas a pane financeira que tem atingido o mundo não é a única crise que pode ter alcançado empreendedores. Costuma-se dizer que o proprietário de micro e pequenos negócios está em constante crise, pois os problemas que ele enfrenta não param. O funcionário de uma empresa, por exemplo, empenha-se para demonstrar bom trabalho ao chefe a fim de ser promovido. Quando o trabalhador vai para casa, no entanto, essa preocupação é adiada para o dia seguinte, no momento de bater o ponto. Já o dono do empreendimento dorme e acorda pensando na empresa, pois é dela que dependem sua família, sua equipe e os familiares dos seus empregados.

Entendendo a crise

As crises separam os fortes dos fracos: quem é forte torna-se ainda mais fortalecido e quem não aguenta o tranco não vê nenhuma outra saída senão fechar as portas do negócio. Apesar da palavra “crise” ser negativa, você, empresário deve fazer um esforço para encará-la como a oportunidade de realmente firmar seu empreendimento no mercado e torná-lo ainda mais competitivo.

A primeira dica para sair da crise é se antecipar aos momentos de dificuldade e capacitar-se de modo a suportar o rojão. Estar sempre atualizado sobre as novidades que envolvem seu produto ou serviço, procurar cursos de qualificação para você e seus funcionários e estar sempre atento a congressos e revistas especializadas são maneiras de evitar a crise.

Uma das crises mais comuns entre os empresários costuma ocorrer antes mesmo da abertura da empresa, no momento da escolha sobre qual ramo investir. O empreendedor deve perceber se seu foco está no “ter” ou no “ser”. Isso pode determinar se um negócio recém-nascido tem chances de sobrevivência. A pessoa relacionada com o “ter” é aquela que quer abrir um empreendimento rentável, não importa qual. Ela pensa mais no resultado do que no trabalho para conquistar os clientes e gerar lucro.

Vamos dar um exemplo prático: um candidato a empresário ouve dizer que padaria dá dinheiro. O personagem em questão nunca foi muito fã de pães ou da proximidade com o público, mas não pensou muito nisso antes de inaugurar a padaria. O empreendedor passou a entender que deveria acordar antes do nascer do sol para abrir as portas da loja e passar o dia inteiro no estabelecimento, pelo menos nos primeiros anos da empresa. Já nas primeiras semanas, todos os dias ao acordar, o empresário senta na cama, respira fundo e fica naquele dilema se volta a dormir ou encara a roubada em que se meteu. Em pouco tempo, a administração do negócio já passou para as mãos daquele cunhado desempregado e preguiçoso. A sentença de morte está dada. Logo a empresa vai à falência, e o empresário frustrado, ao encontro das dívidas.

O empresário bem-sucedido é aquele que pensa no “ser”. Isso quer dizer que ele sonha em se tornar dono de um negócio de ramo específico. O empreendedor empenha-se para exercer uma atividade com a qual tenha enorme afinidade. Se o personagem do exemplo anterior fosse apaixonado por padaria desde criança, é provável que a empreitada tivesse dado certo. Por isso, nada de se aventurar por empreendimentos que não lhe empolgam e não lhe dão sequer vontade de ir ao trabalho. Você deve estar sempre em busca da sua felicidade combinada com a sua realização profissional.

Lembre-se de que ninguém consegue ser criativo em uma profissão que não proporciona prazer. A criatividade é uma das melhores maneiras de vencer a concorrência. Nenhum empresário consegue ser inovador se não gosta do que faz e não busca adquirir mais conhecimento sobre a atividade exercida.

Escolhendo o sócio

Muitos empresários pensam que devem encontrar sócios semelhantes a eles, com habilidades, gostos e comportamentos parecidos. Na verdade, o Sebrae aconselha que você, empreendedor, busque parceiros com características complementares às suas e não similares. Se você entende de finanças, que tal buscar alguém que tenha habilidade para lidar com o público? Convidar parentes e amigos para formar sociedade pode ser muito perigoso, pois, geralmente, o dono da ideia do negócio não analisa se a boa relação pessoal que possui com essa pessoa será semelhante à relação profissional. Há muitos casos de irmãos que sempre se deram bem até decidirem abrir uma empresa juntos. As brigas determinam o fracasso do negócio.

Outro erro comum é cometido pelo pai que impõe aos filhos a obrigação de tocar o negócio da família. Se eles não têm afinidade com o negócio, todo o esforço certamente será em vão, podendo, inclusive, determinar o fim da fonte de renda da família. Por outro lado, se o filho apresenta tino para os negócios e gosta do ramo de atuação do pai, é possível que o empreendimento cresça ainda mais sob nova gestão. Os jovens dispõem de maior energia para buscar conhecimento e têm menos medo de se arriscar. Eles são mais flexíveis e acompanham bem de perto as tendências do mercado.

Como vencer a crise

Como sair da crise? Uma analogia interessante pode lhe apontar o caminho, empresário. Por que as pessoas recorrem a psicólogos? Porque os pacientes estão tão envolvidos com os problemas e viciados nas velhas práticas que não conseguem enxergar a saída. Nesse caso, os terapeutas conseguem analisar a situação à distância, de forma a enxergar melhor as falhas e o que pode ser corrigido. Essa relação paciente-psicólogo pode ser transportada para empresário-consultor. A crise cega o empreendedor para as oportunidades de inovar e de sair dos momentos de dificuldade mais fortalecido. Nessa hora, entra o consultor, que já “tratou” de muitos casos semelhantes e pode dar a solução com maior facilidade aos problemas encarados pelo proprietário de micro ou pequeno negócio.

Para superar a crise, tome uma atitude! Recupere o otimismo, busque reciclar-se quanto às novidades de mercado e peça os preciosos conselhos de consultores. A inovação pode surgir nos momentos de dificuldade. Aja com atitude e determinação!

Texto: Fernanda Peregrino

FIDELIZAÇÃO DE CLIENTES

 

FIDELIZAÇÃO DE CLIENTES:

Fidelizar um cliente não é tarefa fácil. Afinal, os consumidores são constantemente bombardeados com ofertas, promoções e comodidades que chamam a atenção e os fazem buscar provedores de novos produtos e serviços, mesmo que estejam satisfeitos com aqueles que estão acostumados.

É normal que um cliente sinta a necessidade de ver o que os concorrentes do seu fornecedor estão oferecendo, seja de uma, padaria, academia de ginástica ou farmácia recém aberta, seja para adquirir coisas do dia a dia ou algo de fornecedores com os quais nos relacionamos com menos freqüência , por curiosidade ou por insatisfação. Não importa. O desejo sempre acaba aparecendo.

Portanto a resposta de como fidelizar um cliente, do ponto de vista da empresa, talvez não seja, necessariamente, impedir a experiência com a concorrência. O importante é assegurar que, mesmo que um cliente se aventure com outros produtos ou serviços, ele volte a se relacionar com aquele com quem já está acostumado.

Uma possível abordagem para conquistar a fidelização é fazer com que a experiência de compra seja a mais agradável possível, gerando valor para o cliente. Embora algumas decisões de compra sejam feitas com base apenas no preço, sabemos que a maioria dos clientes busca sair satisfeito com o que está comprando, o que nem sempre está associado ao produto em si, mas ao que vem agregado a ele, como a qualidade do atendimento prestado.

Promover a satisfação vai muito além do que oferecer o menor preço, pois pressupõe o melhor custo-benefício, bem como envolve questões como respeito, pro atividade, ética, compromisso e tantos outros valores. Atenção, cordialidade e um simples sorriso podem ser fatores decisivos para se fechar uma negociação. É o que se chama de “produto ou serviço ampliado”.

Conhecer as necessidades e expectativas dos clientes, com base em dados e fatos é fundamental para se trabalhar sua satisfação. Além disso, saber o que a concorrência oferece e tentar superá-la com a experiência de compra contribui para a oferta de diferenciais que levam a fidelização.

Esses são alguns dos requisitos da excelência na gestão, pois uma empresa pode fazer mais do eu entrar na guerra de preços se trabalharem na fidelização de seus clientes. Afinal um cliente satisfeito recomenda uma empresa a sua rede de relacionamento, enquanto o insatisfeito propaga uma imagem negativa.

 

 

consultoria@helianemoreira.com.br

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Os 7 Fundamentos da Estratégia de Vendas

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1-      FORMAÇÃO DE EQUIPE:

Contratar e demitir custa muito caro. Para reter talentos, é preciso fazer boa seleção de pessoal e treinar a equipe desde o início. Não se pode investir pouco em treinamento e limitar o prestígio dado ao vendedor, pois ele é a linha de frente e cuida do bem mais valioso da empresa: o cliente.

2-      METAS E OBJETIVOS:

Uma equipe vencedora compra a ideia de seu líder quanto à obtenção de metas. Mas quando ele as define sem envolver a equipe e não sabe vender a ideia de que é possível conquistar os números, normalmente os vendedores sabotam a estratégia. Para mudar isso, é preciso apresentar fatos, históricos de vendas,  planos de ação e trabalhar com todos.

3-      TÉCNICAS DE VENDAS:

O mercado demanda vendas consultivas, e as técnicas de venda tem de ser mais voltadas ao relacionamento com o cliente. Um tirador de pedido não sobrevive ao mercado em há clientes mais exigentes e que querem ser percebidos, bem tratados e ter seus desejos atendidos. O líder precisa ensinar sua equipe a vender, entender e atender eficazmente os clientes.

4-      ATITUDES E HABILIDADES:

Conhecimento técnico não basta, portanto, ensinar detalhes do produto ou serviço é importante se houver, sobretudo, gente automotivada, que demonstre preparo,  boa comunicação, talento para tratar as objeções dos clientes, etc. Um vendedor com ótimo conhecimento de produto, mas que não tem carisma, bom relacionamento e iniciativa não vende.

5-      MOTIVAÇÃO:

Positivismo, entusiasmo, vontade de vencer perante negativas e barreiras. Esse clima favorável ao sucesso começa pelo líder da equipe. Para tanto, o gerente de vendas deve conhecer o ritmo de cada vendedor e aquilo que o motiva, seu combustível e causas que o levam a agir. Nada motiva mais uma equipe que desafios, responsabilidades e ver seu “ chefe” trabalhando junto dela.

6-      GERENCIAMENTO:

É preciso medir desempenho individual e coletivo tendo controles efetivos que permitam corrigir desvios ao longo do período, mês ou trimestre. Se o líder não aplica ferramentas de gestão, como: mapas de oportunidades, ou funil de vendas, previsões por período e controles de agenda e produtividade, ele fica refém de falsas expectativas vindas de seus vendedores.

7-      RESULTADO:

Não adianta lamentar no fim do mês o resultado perdido. É preciso monitorar durante o “tempo de jogo” e corrigir na hora do intervalo ( de uma semana para outra) aquilo que estiver saindo do planejado. Para tanto, medir avanços, acertar desvios e definir novos meios será o feito mais importante do estrategista em vendas. Um líder completo precisa ter indicadores em mãos, uma equipe engajada, com atitude certa e foco no resultado, dia a dia, semana a semana, continuamente.

Atendimento ao cliente

Atendimento

Clientes satisfeitos são a alma de qualquer negócio bem sucedido, clientes fiéis são essenciais para a sustentação da liderança no negócio.

Mas como uma empresa evolui de clientes meramente satisfeitos para clientes absolutamente fiéis?

Muitas empresas acreditam que fornecer produtos e serviços continuamente melhorados, a preços competitivos, seja o suficiente. Outras vão mais além, proporcionando programas de benefícios para usuários frequentes e descontos preferenciais. Mas nada disso aumenta significativamente a fidelidade do cliente em longo prazo. Por quê? Porque a maioria desses enfoques não está centrada no cliente individual e na sua definição individual de valor. Em vez disso, tratam os clientes como uma grande massa sem muita diferenciação. A chave para a fidelidade em longo prazo é expandir valor para o cliente com base na sua definição individual de valor.

Credibilidade

Uma imagem forte, respeitada e com credibilidade se traduz em receita para as empresas. Credibilidade também significa ética organizacional que, além de conferir à empresa a gratificação de seus colaboradores e a preferência dos consumidores, garante o crescimento, o lucro e a longevidade.

Dicas para Encantar o Cliente

Preço, qualidade e um bom ponto comercial não são diferenciais, são apenas requisitos mínimos no varejo. Num mercado aberto e globalizado, a diferença entre se destacar da concorrência, planar na média ou fracassar nos negócios depende, mais do que nunca, de um fator básico: atendimento. Matéria composta por variada gama de disciplinas, que vão do marketing propriamente dito à arquitetura e decoração da loja, da vitrine, da disposição de produtos ao treinamento de vendedores. Tudo permeado por aconchego e boa educação.

Em qualquer programa que se implante em uma empresa, a ferramenta principal são as pessoas. Esta é e sempre será o que vai desencadear o sucesso ou o fracasso de um plano.

O bê-á-bá da conquista

1- cumprimente o cliente com um aperto de mão na entrada e na saída;
2- pergunte seu nome e se apresente;
3- deixe bem claro, na imposição de voz e na postura, que ele está diante de um profissional prazeroso com sua atividade;
4- ofereça água ou café;
5- se possível, tenha à mão amostras ou pequenos brindes;
6- pergunte-lhe se conhece a loja, o produto ou o atendimento da casa. Se a resposta for negativa, dê-lhe informações, acompanhe-o apresentando a loja. Com simplicidade, mas transmitindo muita segurança;
7- saiba o que o cliente procura exatamente, e apresente a ele propostas condizentes com sua expectativa;
8- sugira, quando necessário, mas sempre levando em consideração o estilo da pessoa à sua frente.

Como organizar a área de atendimento:

1- mantenha a mesa de atendimento sempre limpa e impecável;
2- mantenha sempre a mão catálogos dos produtos físicos ou virtuais;
3- use adequadamente a iluminação;
4- opte por equipamentos e móveis ajustáveis e cadeiras confortáveis.

O que evitar sempre

1- a rotineira pergunta: “Posso ajudar?” quando alguém se aproxima das vitrines ou entra na loja. A resposta, invariavelmente, será: “Não,estou só olhando!” O cliente prefere se sentir livre para escolher o vendedor, que deve no entanto, estar atento e solícito;
2- rodinhas de vendedores no fundo da loja. Eles sinalizam negativamente. O eventual comprador certamente se sentirá um intruso que chega para incomodar;
3- mentir na falta de algum produto ou serviço. Se não houver determinado produto deixe isso bem claro, sem oferecer completamente o oposto que ele procura e que o cliente poderá de repente resolver levar também este produto.

Encantar o cliente não produz fidelidade. O que pode fidelizar é o trabalho que deve ser feito para facilitar sua vida, resolver o problema ou simplesmente remover os obstáculos para o cliente.

Vitrine de loja

Querido lojista, a frente de sua loja é seu  cartão de visitas. O cliente não precisa , nem deve, encontrar todos seus artigos lá, mas ele deve sentir-se chamado a entrar na loja.É isso que o fará comprar. Seu cartão de visitas não diz tudo o que você faz nem todos os seus preços, tem apenas seu nome, sua função e seu contato.

Em uma vitrine se expõem desejos, vontades, sensações! Esse é, sem dúvida, o melhor e mais barato merchandising de sua loja. É nela que se impõe respeito, mostra-se criatividade e agrega valor ao produto e à marca exposta.

Existem vários estímulos no momento da decisão da compra pelo cliente, sendo que a maioria dos consumidores entra no ponto de venda sem planejar a compra, ou seja, não planeja nem o produto a ser comprado nem a marca. Dessa forma, a compra se realiza por meio do impulso ou da necessidade criada no próprio ponto de venda.

Como a maioria das vendas acontece por impulso, a vitrine tem papel fundamental no visual da loja, pois é a partir dela e dos estímulos que ela oferece que o cliente conhecerá os produtos e será atraído para a compra. Uma boa vitrine pode criar o impulso necessário para convencer o cliente a comprar determinado produto.

Pela vitrine, criamos um desejo, uma necessidade. A vitrine fabrica uma ilusão da realidade, apontando a quem o produto poderá ser destinado e como poderá ser consumido.Sua exposição deve encantar a ponto de criar desejo pela mercadoria sem que o cliente esteja precisando. Ela é persuasiva.

A loja deve informar seus conceitos, ou seja, como quer ser reconhecida pelo seu público, seja pela sua política de preços, pela variedade de produtos que trabalha ou pela quantidade de produtos que expõe. A vitrine deve convidar os clientes a entrarem na loja. Depois de criados uma ilusão e um desejo pela mercadoria, cabe a loja efetuar a venda.

Você já parou para pensar quanta informação a vitrine é capaz de transmitir ao seu cliente no momento em que ele está olhando para seus produtos? Por conta disso, o lojista deve ter uma constante renovação e, a cada troca, o mesmo espaço deverá parecer novo, encantando o consumidor por meio de outros produtos expostos ou de outro tipo de decoração. A vitrine deverá transmitir a sensação de novidade e curiosidade em todos os momentos.

Em média, a vitrine é responsável por até 70% das vendas da loja. Dessa forma, ela é considerada um vendedor permanentemente ativo, pois é capaz de vender os produtos mesmo que a loja não esteja funcionando. É também o que  coloca a mercadoria em contato com o cliente, fazendo com que ele observe a loja, identifique os produtos expostos, entre e compre.

VITRINE CERTA É A VITRINE QUE VENDE, JÁ A VITRINE ERRADA É A QUE NÃO VENDE.

A escolha dos produtos para serem dispostos na vitrine está relacionada ao tipo de função que você quer aplicar, a fim de criar necessidade em seu cliente. A vitrine poderá ter vários objetivos:

a)Prestígio: prestigiar uma linha de produtos, mesmo que não seja lançamento.

b) Institucional: é, geralmente, direcionada  a um consumidor de padrão mais elevado, pois exige uma  apresentação mais elegante.

c) Publicitária: quando ocorre um lançamento de um novo produto e ele precisa ser divulgado. A vitrine está envolvida com as campanhas publicitárias e pode incluir a fachada, o interior da loja, a equipe, etc.

d) Impulso: são vitrines e exposições onde poderão ser colocadas várias peças avulsas onde o cliente poderá naquele instante sentir o desejo por aquela peça e incluí-la no pedido. Podem gerar uma venda extra para a loja.

e) Cotidiana: é uma vitrine básica, criada a partir da necessidade de venda. É colocado de tudo um pouco para expor a variedade de produtos da loja.

O uso das cores:

As cores possuem características que servem para chamar a atenção, despertar sensações e influenciar o cliente em potencial, estimulando-o positiva ou negativamente.

A cor estimula reações diante de sua exposição, seja pelo consciente, seja pelo inconsciente. A cor não está no objeto, e sim na luz que nele incide, sendo que o objeto a absorve ou a reflete.

As cores podem transmitir diversas sensações. A escolha das cores deve estar relacionada com as sensações que o lojista quer causar em seu ambiente de loja, podendo criar um espaço mais estimulante ou mais tranquilo, mais alegre ou mais sério, mais sofisticado ou mais popular.

A importância da iluminação:

Vitrine assinada por Jaqueline Salomão

Assim como um artista no palco, o produto deve se destacar na vitrine por meio de iluminação. Ela ajuda a atrair os olhares dos clientes para a loja, chamando a atenção para os produtos expostos.

Uma iluminação adequada oferece um clima confortável para a realização da compra. Ela não pode ser tão clara que não crie um clima muito estimulante, nem tão escuro a ponto de deixar o ambiente demasiadamente aconchegante,  levando à sonolência os clientes e os funcionários.

Uma boa iluminação chama atenção dos elementos, destacando a loja e a distinguindo dos demais concorrentes.

A iluminação também é uma ferramenta de marketing, pois influencia as vendas se posicionada corretamente.

Quanto mais são utilizados os efeitos de luz e sombra, mais valorizado se apresenta os produtos.

Portanto, querido lojista, estimule seu cliente, evitando que ele passe pela sua vitrine sem notá-la. Sua vitrine deve causar sempre surpresa, pois as pessoas relacionam qualquer mudança com uma novidade.

O cliente deve ter a sensação de novidade, mesmo que não haja novidade.

Boa Sorte!

Visual e ambientação de lojas

Toda forma de exposição dos produtos leva uma imagem de sua empresa ao consumidor. Para que esta imagem colabore com o aumento das vendas, é fundamental que a loja, como um todo,  esteja preparada para abordar o cliente. Por isso a gestão do visual de sua loja deve ser feita envolvendo todos os seus espaços externos e internos que, trabalhados de forma atraente, favorecem o bem estar do cliente e, consequentemente, o aumento das vendas.

A exposição adequada dos produtos da loja deve ser capaz de encantar o cliente e criar o desejo pela mercadoria, estimulando a decisão da compra. Pela maneira como os produtos são expostos, podemos identificar suas características e aplicações principais e a qual público consumidor estão destinados.

Experiência de compra é o termo que define como o cliente realiza as compras. Para tirar o melhor proveito dessa experiência, é necessário criar um ambiente interessante para que seu cliente tenha conforto em passear pela loja. Isso será possível dispondo seus produtos de forma organizada e convidativa. A exposição do produto determinará a venda.

A partir da definição de tudo que deverá ser exposto no Ponto de Venda e a maneira que deverá ser exposto, temos que verificar tudo o que está relacionado a este ambiente, tanto interno quanto externo: visibilidade, a aparência da fachada, a iluminação da fachada, a iluminação interna, o espaço da loja, a circulação, exposição dos produtos, o local de atendimento, os banheiros e todos os elementos experimentados pelo cliente.

Outro ponto importantíssimo que diz respeito ao visual da loja é a manutenção, ou seja, piso, paredes e tetos limpos, iluminação impecável,  bom acabamento e cores adequadas, contribuem decisivamente para que seu cliente tenha uma boa impressão de sua loja.

Quanto à distribuição dos móveis, adornos e todos os produtos que serão expostos, estes devem ocupar seus lugares sem entulhar o espaço, deixando livre a circulação. A maneira adequada de como expor o produto, o tempo de exposição adequado,  a capacidade de atração visual, além de o preço adequado e atrativo acarretarão, inevitavelmente, o sucesso das vendas, funcionando como a melhor estratégia de merchandising.

Corredores amplos e livres favorecem a circulação dos seus clientes e estimulam o trânsito por toda a área e, mesmo quando a loja estiver cheia, ampliará as chances de bem estar do cliente, e consequentemente, de suas vendas.

Assim sendo,  um dos fatores fundamentais e determinante na estimulação das vendas é a   correta exposição dos produtos, considerando o cuidado na preparação dos ambientes, a estratégia de divulgação eficiente e a preocupação com o bem estar de seu cliente. Quanto maior confortável o cliente estiver, maior a chance de comprar.

A classe C e a decoração

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Ela mudou. Agora busca a qualidade do produto e a segurança das marcas, deixando por terra a ideia que é um público motivado apenas por preço e promoções. Nesse quadro, as empresas buscam novas fórmulas para atender o consumidor emergente.

Pesquisa do Instituto Data popular mostra que, em 8 anos, a classe C aumentou em quase 6 vezes os gastos com decoração. Em outras palavras, são cerca de 18 bilhões de pessoas por ano para deixar a casa mais bonita. Depois do conforto garantido – com os financiamentos, a TV de plasma já está na sala e a geladeira com freezer na cozinha – a Classe C investe agora na decoração. Eles já são os principais consumidores de móveis e itens domésticos do país, segundo pesquisa do IBGE. Em 2002, Classe C tinha 29,32% das compras de móveis e itens domésticos.Em 2010 o percentual subiu para 42,70%. Em contrapartida o consumo A e B caiu 54,77% para 37,46%.

A ascensão da Classe C abre oportunidades de novos negócios, mas também aponta para a necessidade de produtos diferenciados e com tamanhos adequados. Mas, não se engane, eles não trocam qualidade por menor preço. Já foi-se o tempo em que, para atendê-los, bastava um produto barato. Com o crédito, o consumidor não se importa em pagar um pouco mais, se o produto durar mais e tiver um design diferenciado. Não é porque é direcionado para a classe C que o produto tem que ser econômico e feio.

Para uma empresa se destacar num mercado em que a concorrência é cada vez maior, é preciso inovar. Não só nestes itens citados, mas na organização como um todo em seu ponto de venda. Antes, as lojas que vendiam móveis direcionados para estes clientes não tinham preocupação com seu showroom. Muitas vezes se preocupavam em colocar o máximo de móveis possíveis, para dar bastante opção para o consumidor, sem se preocupar em deixar um visual em que o cliente pudesse se encantar com o que estivesse vendo.
O ponto de venda deve funcionar uma mesa posta para um jantar.O que primeiro nos chama a atenção e aguça nosso paladar é a beleza das peças expostas na mesa e a apresentação dos pratos. Depois é que vamos experimentar se realmente está bom. Assim também é com o showroom. O que o cliente compra primeiro é com o olhar. Logo pensa: “isto ficaria ótimo em minha casa”. Depois ele vai verificar, conforto, preço, etc.

Engana-se quem pensa que o visual importa somente à Classe A. Não há mais lugar na cabeça do consumidor entrar em lojas onde os móveis estão amontoados, quase sem lugar de circular e onde ele não consegue as vezes visualizar a beleza de uma ou outra peça. Ter um showroom com ambientes bem montados e decorados é o mínimo que eles esperam. Querem encontrar na loja aquilo que efetivamente desejam ver e ter em suas casas.

O acesso a informação transformou o consumidor em um cliente exigente e antenado com as novidades, que busca em um produto com conforto, beleza e durabilidade. Ele é mais criterioso e valoriza seu dinheiro. Quer comprar em uma loja como as que as classes mais abastadas compram. Lojas em que o produto é a atração principal. Quer qualidade, atendimento diferenciado, sem perder de vista bons preços e condições de pagamento.

Aí está o que poderá ser o grande diferencial para este lojista. Ter um ponto de venda, bem montado, valorizando suas peças, criando ambiente onde seu cliente se sinta privilegiado em optar por sua loja. E não se esqueça de oferecer aquele cafezinho.

Como cuidar de seu cliente

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Qual a imagem que a área de atendimento de sua empresa cria na mente de sua clientela?

São muitos os ambientes pelos quais um cliente circula dentro de sua loja e são muitos os estímulos que ele recebe. Estímulos bons, mas também estímulos ruins, que podem criar um sentimento de repulsa e dificultar seus negócios.

Treinamentos são essenciais, porém geralmente se concentram na relação de venda ou no aprendizado de scripts formatados. As empresas começam a entender que só isso não é suficiente e investem em uma mudança de postura para sua equipe de atendimento. Ensinar regras essenciais de etiqueta e boas maneiras para sua equipe de atendimento faz parte de meu trabalho.

E não apenas isto, mas analisar e sugerir um design de interiores agradável, inclusive na sua área de atendimento, fazendo com que sua estratégia de marketing comece pelo seu atendimento.